sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Momento

Um dia aqui no Porto, eu ia no carro e vi um senhor bem velhinho passeando com seu cão.
O sinal estava vermelho e eu pude observar o par de amigos por um instante. O velho parou, o cão sentou ao seu lado e enquanto os dois olhavam juntos para o nada o velho ia conversando com cachorro…era uma conversa calma, meio displicente, provavelmente sobre algum assunto corriqueiro… enfim, eu não sei sobre o que é que eles falavam, mas eu vi naquele momento que não é dinheiro, ou trabalho ou qualquer bem material que interessa, porque no final de tudo só o que importa são as verdadeiras amizades e amores… isso é o que fica, é o que faz a vida valer a pena!

domingo, 4 de julho de 2010

Reflexão...

"Nosso medo mais profundo
não é o de sermos inadequados.
Nosso medo mais profundo
é que somos poderosos além de qualquer medida.
É a nossa luz, não as nossas trevas,
o que mais nos apavora.
Nós nos perguntamos:
Quem sou eu para ser Brilhante,
Maravilhoso, Talentoso e Fabuloso?
Na realidade, quem é você para não ser?
Você é filho do Universo.
Se fazer pequeno não ajuda o mundo.
Não há iluminação em se encolher,
para que os outros não se sintam inseguros
quando estão perto de você.
Nascemos para manifestara glória do Universo
que está dentro de nós.
Não está apenas em um de nós: está em todos nós.
E conforme deixamos nossa própria luz brilhar,
inconscientemente damos às outras pessoas
permissão para fazer o mesmo.
E conforme nos libertamos do nosso medo,
nossa presença, automaticamente, libera os outros."
Nelson Mandela

quarta-feira, 30 de junho de 2010

CINCO LIÇÕES SOBRE COMO TRATAR AS PESSOAS

1 - Primeira lição importante - Senhora da limpeza; Durante o meu segundo ano no ensino superior, o nosso professordeu-nos um teste.Eu era um aluno consciente e respondi rapidamente a todas as questõesaté ler a última: "Qual é o nome da mulher que faz a limpeza na escola?"Isto só podia ser uma brincadeira. Eu tinha visto a mulher da limpezainúmeras vezes.Ela era alta, cabelo escuro, à volta dos 50 anos, mas como poderia eusaber o nome dela?Eu entreguei o meu teste, deixando em branco a última questão. Mesmoantes da aula terminar, um dos estudantes perguntou se a últimaquestão contava para nota. "Absolutamente," respondeu o professor. "Nas vossas carreiras irãoencontrar muitas pessoas. Todas são significativas. Elas merecem avossa atenção e cuidado, mesmo que tudo o que vocês façam seja sorrire dizer 'olá'." Nunca esquecerei aquela lição. Também aprendi que o nome da senhora era Dorothy.
2. - Segunda lição importante - Boleia na chuva; Uma noite, pelas 11:30 p.m., uma mulher de origem Africana, estavaapeada numa autoestrada do Alabama, a tentar aguentar uma valentechuva torrencial. O carro dela tinha avariado e ela precisavadesesperadamente de uma boleia.Completamente encharcada, ela decidiu fazer stop ao carro que seaproximava. Um jovem, branco, decidiu ajudá-la, apesar de isto ser umaattitude de bravado naqueles dias de racismo (década de 60). O homemlevou-a até um lugar seguro, ajudou-a a resolver a sua situação earranjou-lhe um taxi. Ela parecia estar com muita pressa, mas mesmo assim tomou nota damorada do jovem e agradeceu-lhe.Uma semana mais tarde batiam à porta do jovem. Para sua surpresa, umatelevisão de ecrãn panorâmico era-lhe entregue à porta. Um cartão deagradecimento acompanhava a televisão. Dizia:"Muito obrigado por me ajudar na autoestrada na outra noite. A chuvanão só encharcou a minha roupa, como o meu espírito. Foi então quevocê apareceu. Por causa de si consegui chegar ao meu marido antes deele falecer. Que Deus o abençoe por me ter ajudado e ter servidooutros de maneira tão altruísta.Com sinceridade,Mrs. Nat King Cole."
3 - Terceira lição importante - Lembra-te sempre daqueles que servem; Nos dias em que um gelado custava muito menos do que hoje, umrapazinho de 10 anos entrou no café de um hotel e sentou-se a umamesa. Uma empregada de mesa trouxe-lhe um copo de água. "Quanto custa um gelado de taça?" perguntou o rapazinho."Cinquenta cêntimos," respondeu a empregada. O rapazinho tirou do bolso uma mão cheia de moedas e contou-as."Bem, quanto custa um gelado simples?" perguntou ele.A esta altura já mais pessoas estavam à espera de uma mesa e aempregada começava a ficar impaciente. "Trinta e cinco cêntimos," respondeu ela com brusquidão. O rapazinho contou novamente as suas moedas. "Vou querer o gelado simples." Respondeu ele. A empregada trouxe o gelado, colocou a conta em cima da mesa, recebeu odinheiro do rapazinho e afastou-se.O rapazinho terminou o seu gelado e foi-se embora.Quando a empregada foi levantar a mesa começou a chorar. Encima damesa, colocado delicadamente ao lado da conta, estavam 3 moedas decinco cêntimos... Não sei se está a ver, ele não podia comer o gelado cremoso porquequeria ter dinheiro suficiente para deixar uma gorjeta à empregada.
4 - Quarta lição importante - O obstáculo no nosso caminho; Em tempos antigos, um rei mandou colocar um enorme pedregulho numcaminho. Depois escondeu-se e ficou a ver se alguém retirava a enormepedra. Alguns dos comerciantes mais ricos do Rei passaram esimplesmente se afastaram da pedra, contornando-a. Alguns culpavam emalta voz o Rei por não manter os caminhos limpos. Mas nenhum fez nadapara afastar a pedra do caminho. Apareceu então um camponês, carregando um molho de vegetais. Aoaproximar-se do pedregulho, o camponês colocou o seu fardo no solo etentou deslocar a pedra para a berma do caminho. Depois de muitoempurrar, finalmente conseguiu. O camponês voltou a colocar osvegetais ás costas e só depois reparou num porta-moedas no sitio ondeantes estivera a enorme pedra. O porta-moedas continha muitas moedas de ouro e uma nota a explicarque o ouro era para aquele que retirasse a pedra do caminho. Ocamponês aprendeu aquilo que muitos de nós nunca compreendem! Cada obstáculo apresenta uma oportunidade para melhorar a nossa situação.
5 - Quinta lição importante - Dar quando conta: Muitos anos atrás, quando eu trabalhava como voluntário num hospital,conheci uma pequena menina chamada Liz, que sofria de uma doença rarae muito grave. A sua única hipótese de salvamento parecia ser umatransfusão de sangue do irmão mais novo, de cinco anos, que já tinhatido o mesmo problema e sobrevivido milagrosamente, desenvolvendoanticorpos necessários para a combater. O médico explicou-lhe asituação da irmã e peguntou-lhe se ele estaria disponível para dar oseu sangue à sua irmã. Eu vi-o a hesitar por uns instantes, antes de respirar fundo e dizer"sim, eu faço-o se isso a salvar."À medida que a transfusão ía correndo, ele mantinha-se deitado ao ladoda sua irmã, sorrindo. Todos nós sorríamos, vendo a cor a regressar àface da menina. Foi então que o menino começou a ficar pálido e o seusorriso a desaparecer. Ele olhou para o médico e perguntou-lhe, com a voz a tremer, "Será queeu começo a morrer já?". Sendo muito jovem, o menino não compreendeu o médico; ele pensou queteria que dar todo o seu sangué à irmã para a poder salvar.

domingo, 27 de junho de 2010

AS SETE MARAVILHAS DO MUNDO

Um grupo de estudantes estudava as sete maravilhas do mundo. No final da aula, foi pedido que fizessem uma lista do que consideravam as sete maravilhas. Embora houvesse algum desacordo, prevaleceram os votos:
1) O Taj Mahal
2) A Muralha da China
3) O Canal do Panamá
4) As Pirâmides do Egito
5) O Grand Canyon
6) O Empire State Building
7) A Basílica de São Pedro Ao recolher os votos, o professor notou uma estudante muito quieta.
A menina ainda não tinha virado sua folha. O professor, então, perguntou se ela tinha problemas com sua lista.
Meio encabulada, a menina respondeu: — Sim, um pouco. Eu não consigo fazer a lista, porque são muitas as maravilhas.
O professor disse: — Bem, diga-nos o que você já tem e talvez nós possamos ajudá-la. A menina hesitou um pouco, então leu: — Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam:
1 — VER
2 — OUVIR
3 — TOCAR
4 — PROVAR
5 — SENTIR
6 — PENSAR
7 — COMPREENDER

sexta-feira, 25 de junho de 2010

ENFERMIDADE: SEFOIA

SEFOIA : Enfermidade ainda não aceita pela classe médica. Entretanto, milhões de pessoas em todo mundo padecem deste mal e esperam a aprovação da Organização Mundial de Saúde para que se estude e se encontre a cura para esta mortal enfermidade que, cada dia, é adquirida por milhares de pessoas.
SINTOMAS QUE DEFINEM O APARECIMENTO DESTA PATOLOGIA:
1.- Se um café te provoca insônia.
2.- Se uma cerveja te leva direto ao banheiro.
3.- Se tudo te parece muito caro.
4.- Se qualquer coisa te altera.
5.- Se todo pequeno excesso alimentar te provoca aumento de peso.
6.- Se a feijoada "cai" como chumbo no estômago.
7.- Se o sal sobe a tua pressão arterial.
8.- Se em uma festa vc pede a mesa mais distante possível da música e das pessoas.
9.- Se o amarrar os sapatos te produz dor nos quadris.
10.- Se a TV te provoca sono.
Todos esses sintomas são prova irrefutável que padeces de Sefoia
SE-FOI-A juventude !!

terça-feira, 22 de junho de 2010

Made in PortugaL

O ZÉ, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egipt), começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7 da manhã. Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in Chech Republic), barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China). Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Singapure) e um relógio de bolso (Made in Swiss). Depois de preparar as torradas de trigo (produced in USA) na sua torradeira (Made in Germany) e enquanto tomava o café numa chávena (Made in Spain), pegou na máquina de calcular (Made in Korea) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seu computador (Made in Thailand) para ver as previsões meteorológicas. Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel), entrou no carro Saab (Made in Sweden) e continuou à procura de emprego. Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in Italy), o António decidiu relaxar por uns instantes. Calçou as suas sandálias (Made in Brazil), sentou-se num sofá (Made in Denmark), serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), ligou a TV (Made in Indonésia) e pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL...

terça-feira, 8 de junho de 2010

Verdades intemporais...

EÇA DE QUEIROZ escreveu em 1871
"Estamos perdidos há muito tempo...
O país perdeu a inteligência e a consciência moral.
Os costumes estão dissolvidos, as consciências em debandada.
Os caracteres corrompidos.
A prática da vida tem por única direcção a conveniência.
Não há princípio que não seja desmentido.
Não há instituição que não seja escarnecida.
Ninguém se respeita.
Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos.
Ninguém crê na honestidade dos homens públicos.
Alguns agiotas felizes exploram.
A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia.
O povo está na miséria.
Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente.
O Estado é considerado na sua ação fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo.
A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências.
Diz-se por toda a parte, o país está perdido!
Algum opositor do atual governo?
NÃO!"

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Saber escolher - Sábio Índio

Uma noite, um velho índio Cherokee contou ao seu neto sobre a guerra que acontece dentro das pessoas. Ele disse: "A batalha é entre dois "lobos" que vivem dentro de todos nós. Um é Mau. É a raiva, inveja, ciúme, tristeza, desgosto, cobiça, arrogância, pena de si mesmo, culpa, ressentimento, inferioridade, mentiras, orgulho falso, superioridade e ego. O outro é Bom. É alegria, paz, esperança, serenidade, humildade, bondade, benevolência, empatia, generosidade, verdade, compaixão e fé." O neto pensou nessa luta e perguntou ao avô: "Qual lobo vence?" O velho Cherokee respondeu: ... Aquele que você alimenta...

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Reflexão sobre Reflexão...

É terrível pensar. Eu penso tanto e canso-me muito com meu pensamento. Às vezes penso em não pensar mais, mas isso requer ser bem pensado, pois se penso demais acabo esquecendo tudo o que pensava antes, se não penso fico a pensar nisso o tempo todo. Penso muito, penso tanto que estou começando a ter um colapso nervoso, tenho pensado muito na vida ao ponto de esquecer de vivê-la, de senti-la na sua forma mais plena... Não se esqueçam que as mais belas coisas da vida, não são vistas nem entendidas, mais sim sentidas pela alma e pelo coração! Millor Fernandes

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Limites...

Somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos, os erros de nossos progenitores e com o esforço de abolirmos os abusos do passado, somos os pais mais dedicados e compreensivos mas, por outro lado os mais bobos e inseguros que já houve na história. O grave é que estamos lidando com crianças mais “espertas” do que nós, ousadas, e mais “poderosas” que nunca! Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ser, passamos de um extremo ao outro. Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos. Os últimos que tivemos medo dos pais e os primeiros que tememos os filhos. Os últimos que cresceram sob o mando dos pais e os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos. E, o que é pior os últimos que respeitamos nossos pais e os primeiros que aceitamos que nossos filhos nos faltem com o respeito. À medida que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudou de forma radical para o bem e para o mal. Com efeito, antes considerava-se um bom pai, aquele cujos filhos se comportavam bem, obedeciam às suas ordens e os tratavam com o devido respeito. E bons filhos, as crianças que eram formais, e veneravam seus pais, mas à medida em que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram-se desvanecendo, hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, ainda que pouco o respeitem. E são os filhos, quem agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem as suas ideias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver. E que além disso, que patrocinem no que necessitarem para tal fim. Quer dizer; papéis inverteram-se. Agora são os pais que têm que agradar aos seus filhos para “ganhá-los” e não o inverso como no passado. Isto explica o esforço que fazem tantos pais e mães para serem os melhores amigos e “darem tudo” aos seus filhos. Dizem que os extremos se atraem. Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais a debilidade do presente preenche-os de medo e menosprezo ao verem-nos tão débeis e perdidos como eles. Os filhos precisam perceber que durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter e de guiá-los, enquanto não sabem para onde vão. É assim que evitaremos que as novas gerações se afoguem no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino. Se o autoritarismo suplanta, o permissível sufoca. Apenas uma atitude firme, respeitosa, lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os e não atrás, carregando-os e rendidos às suas vontades. Os limites abrigam o indivíduo. Com amor ilimitado e profundo respeito. TextoMônica Monastério( Madrid-Espanha ).

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Miklos Fehér 6 anos depois...

Miklos Feher, nasceu a 20 de Julho de 1979 e foi um atacante da selecção nacional húngara. Começou por jogar num clube da sua cidade natal, o Gyõri ETO FC, tendo sido o Benfica o ponto alto da sua carreira. A 25 de Janeiro de 2004 e com apenas 24 anos, jogou a sua última partida contra o Vitória de Guimarães.

Instantes...

Se eu pudesse viver novamente a minha vida, na próxima trataria de cometer mais erros. Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais. Seria mais tolo ainda do que tenho sido. Na verdade, bem poucas coisas levaria a sério. Seria menos higiênico, correria mais riscos, viajaria mais. Contemplaria mais entardeceres, subiria mais montanhas, nadaria mais rios. Iria a mais lugares onde nunca fui, tomaria mais sorvete e menos lentilha, teria mais problemas reais e menos imaginários. Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata e produtivamente cada minuto da sua vida: claro que tive momentos de alegria. Mas se pudesse voltar a viver, trataria de ter somente bons momentos. Eu era um desses que nunca ia à parte alguma sem um termômetro, uma bolsa de água quente e um pára-quedas: se eu voltasse a viver, viajaria mais leve. Se eu pudesse voltar a viver, começaria a andar descalço no começo da primavera e continuaria assim até o fim do outono. Daria mais voltas na minha rua, contemplaria mais amanheceres e brincaria com mais crianças, se tivesse outra vez uma vida pela frente. Mas, já viram, tenho 85 anos e sei que estou morrendo. Jorge Luiz Borges

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Mais ou menos

Mais ou Menos A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos e até ter um governo mais ou menos. A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro. A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos, tudo bem! Mas o que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum: É amar mais ou menos, é sonhar mais ou menos, é ser amigo mais ou menos, é namorar mais ou menos, é ter fé mais ou menos, é acreditar mais ou menos. Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos. Chico Xavier

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Eu...

Mania de ser inteiro, vou indo com a minha loucura de dizer o que penso e sinto. Sempre. Há apenas a emoção de ser eu. Mania de dizer tudo sem meias palavras, sem mentiras inventadas para tapar buracos ocultos, mania de achar que tudo o que sinto e penso está a ser compreendido ou até mesmo correspondido. Esse sou eu: louco, idiota, com uma sensualidade nem sempre entendida por alguns e cheia de esperança. Sou um louco em busca de paz e liberdade, é um facto. Agora é viver o hoje e tentar não cometer os mesmos erros de ontem, levar as coisas sérias um pouco mais a sério...perdoar, agradecer, fazer novas amizades, alcançar novas conquistas, evoluir!!Tempo suficiente para entender que eu sou inteiro e vou sofrer milhares de vezes por ser assim, por querer sempre a verdade acima de qualquer coisa, de qualquer preço, de qualquer dor ou alegria.Vou sofrer, não faz mal ... Vivo num mundo, às vezes injusto, às vezes inseguro, às vezes imundo, às vezes alegre, às vezes divertido, às vezes certo. As pessoas tem várias personalidades, várias imagens... Meus sentimentos são sinceros...quem me faz bem, merece o meu carinho, atenção e compreensão... Quem me faz mal, nem vale a pena dizer... Metade da minha vida é uma verdadeira guerra em busca da liberdade e a outra metade é a busca da paz, como PAI, amigo, ser humano, profissional, Homem... O meu mundo não é como o dos outros, há em mim uma sede de infinito...Sou antes de tudo um exaltado com alma intensa, louco, um coração cheio de amor e alegria de viver.Estou neste mundo com a missão de fazer novos amigos e partilhar com todos...Sou muito EU, pois prefiro saber um pouco de cada coisa, do que saber tudo sobre um assunto só.Detesto discussões sem fundamentos. Não suporto pessoas mentirosas, mas sempre dou uma cordinha para elas se 'enforcarem'. Sou muito mau quando merecem…HIHIHI!!! Nada de falar de ninguém, culpar os outros, exaltar terceiros. Nada deve parecer impossível de mudar; tudo o que pensaram tirar-me, jamais conseguiram, porque o que de maior valor existe na minha vida, o meu ser espiritual interior está totalmente ligado a tudo e a todos. De hoje em diante nada vai abalar a minha vida, confio no meu potencial e agora vou ocupar o meu espaço...
'O sol nasceu para todos, mas não brilha para todo mundo'

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Lição de vida: Sentar-me ao lado de um negro!? EU!?

Eu ???!!!!!??? Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica e viu que estava ao lado de um passageiro negro. Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo. 'Qual o problema, senhora'?, pergunta uma comissária. 'Não está vendo? - respondeu a senhora - 'vocês me colocaram ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Você precisa me dar outra cadeira'. 'Por favor, acalme-se - disse a aeromoça - 'infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos algum disponível'. A comissária se afasta e volta alguns minutos depois. 'Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe econômica. Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar na classe econômica. Temos apenas um lugar na primeira classe'. E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua: 'Veja, é incomum que a nossa companhia permita à um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe. Porém, tendo em vista ascircunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro aviajar ao lado de uma pessoa desagradável'. E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu: Portanto, senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor um lugar na primeira classe... ' E todos os passageiros próximos, que, estupefatos, assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé.Se você é contra o racismo, envie esta mensagens aos seus amigos, masnão a delete sem ter mandado pelo menos a uma pessoa.' O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.

sábado, 31 de outubro de 2009

sábado, 24 de outubro de 2009

POESIA COM FÓRMULA MATEMÁTICA!!!

Quem 60 ao teu lado e 70 por ti,
vai certamente rezar 1/3
para arranjar 1/2 de te levar para 1/4
e ter a coragem de te dizer:> 20 comer!!!

domingo, 18 de outubro de 2009

Mensagem... O Tijolo

Um jovem e bem sucedido executivo conduzia pela vizinhança, acelerando mais do que devia no seu novo Ferrari….De repente um tijolo espatifou-se na porta lateral do Ferrari!Travou bruscamente e fez marcha-atrás até o sítio de onde teria vindo o tijolo.Saltou do carro e agarrou bruscamente uma criança empurrando-a contra um veículo estacionado e gritou:- Por que fizeste isso? Quem és tu? Que pensas que estás a fazer?Este é um carro novo e caro. Aquele tijolo que atiraste vai me custar muito dinheiro. Por que fizeste isto?- Por favor senhor me desculpe, eu não sabia mais o que fazer!Implorou o pequeno menino.- Ninguém estava disposto a parar e atender-me neste local.Lágrimas corriam do rosto do garoto, enquanto apontava na direcção dos carros estacionados.- É o meu irmão. Ele desceu sem o travão e caiu da sua cadeira de rodas e não consigo levantá-lo.Soluçando, o menino perguntou ao executivo:- O senhor poderia me ajudar a recolocá-lo em sua cadeira de rodas? Ele está magoado e é muito pesado para mim.Movido internamente muito além das palavras, o jovem motorista engolindo “um nó imenso” dirigiu-se ao jovenzinho, colocando-o na sua cadeira de rodas. Tirou o seu lenço, limpou as feridas e arranhões, verificando se tudo estava bem.- Obrigado e que Deus possa abençoá-lo – disse-lhe a grata criança.O homem então viu o menino se distanciar... empurrando o irmão em direcção à casa.Foi um longo caminho de volta para o seu Ferrari... um longo e lento caminho de volta.Ele nunca consertou a porta amassada. Deixou amassada para se lembrar de não ir tão rápido pela vida, que alguém tivesse que atirar um tijolo para obter a sua atenção...Deus sussurra em nossas almas e fala aos nossos corações.Algumas vezes, quando nós não temos tempo de ouvir, Ele tem que nos atirar um tijolo.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

O presidente falou aos alunos da América

Sei que para muitos de vocês hoje é o primeiro dia de aulas, e para os que entraram para o jardim infantil, para a escola primária ou secundária, é o primeiro dia numa nova escola, por isso é compreensível que estejam um pouco nervosos. Também deve haver alguns alunos mais velhos, contentes por saberem que já só lhes falta um ano. Mas, estejam em que ano estiverem, muitos devem ter pena por as férias de Verão terem acabado e já não poderem ficar até mais tarde na cama. Também conheço essa sensação. Quando era miúdo, a minha família viveu alguns anos na Indonésia e a minha mãe não tinha dinheiro para me mandar para a escola onde andavam os outros miúdos americanos. Foi por isso que ela decidiu dar-me ela própria umas lições extras, segunda a sexta-feira, às 4h30 da manhã. A ideia de me levantar àquela hora não me agradava por aí além. Adormeci muitas vezes sentado à mesa da cozinha. Mas quando eu me queixava a minha mãe respondia-me: "Olha que isto para mim também não é pêra doce, meu malandro..." Tenho consciência de que alguns de vocês ainda estão a adaptar-se ao regresso às aulas, mas hoje estou aqui porque tenho um assunto importante a discutir convosco. Quero falar convosco da vossa educação e daquilo que se espera de vocês neste novo ano escolar. Já fiz muitos discursos sobre educação, e falei muito de responsabilidade. Falei da responsabilidade dos vossos professores de vos motivarem, de vos fazerem ter vontade de aprender. Falei da responsabilidade dos vossos pais de vos manterem no bom caminho, de se assegurarem de que vocês fazem os trabalhos de casa e não passam o dia à frente da televisão ou a jogar com a Xbox. Falei da responsabilidade do vosso governo de estabelecer padrões elevados, de apoiar os professores e os directores das escolas e de melhorar as que não estão a funcionar bem e onde os alunos não têm as oportunidades que merecem. No entanto, a verdade é que nem os professores e os pais mais dedicados, nem as melhores escolas do mundo são capazes do que quer que seja se vocês não assumirem as vossas responsabilidades. Se vocês não forem às aulas, não prestarem atenção a esses professores, aos vossos avós e aos outros adultos e não trabalharem duramente, como terão de fazer se quiserem ser bem sucedidos. E hoje é nesse assunto que quero concentrar-me: na responsabilidade de cada um de vocês pela sua própria educação. Todos vocês são bons em alguma coisa. Não há nenhum que não tenha alguma coisa a dar. E é a vocês que cabe descobrir do que se trata. É essa oportunidade que a educação vos proporciona. Talvez tenham a capacidade de ser bons escritores - suficientemente bons para escreverem livros ou artigos para jornais -, mas se não fizerem o trabalho de Inglês podem nunca vir a sabê-lo. Talvez sejam pessoas inovadoras ou inventores - quem sabe capazes de criar o próximo iPhone ou um novo medicamento ou vacina -, mas se não fizerem o projecto de Ciências podem não vir a percebê-lo. Talvez possam vir a ser mayors ou senadores, ou juízes do Supremo Tribunal, mas se não participarem nos debates dos clubes da vossa escola podem nunca vir a sabê-lo. No entanto, escolham o que escolherem fazer com a vossa vida, garanto-vos que não será possível a não ser que estudem. Querem ser médicos, professores ou polícias? Querem ser enfermeiros, arquitectos, advogados ou militares? Para qualquer dessas carreiras é preciso ter estudos. Não podem deixar a escola e esperar arranjar um bom emprego. Têm de trabalhar, estudar, aprender para isso. E não é só para as vossas vidas e para o vosso futuro que isto é importante. O que vocês fizerem com os vossos estudos vai decidir nada mais nada menos que o futuro do nosso país. Aquilo que aprenderem na escola agora vai decidir se enquanto país estaremos à altura dos desafios do futuro. Vão precisar dos conhecimentos e das competências que se aprendem e desenvolvem nas ciências e na matemática para curar doenças como o cancro e a sida e para desenvolver novas tecnologias energéticas que protejam o ambiente. Vão precisar da penetração e do sentido crítico que se desenvolvem na história e nas ciências sociais para que deixe de haver pobres e sem-abrigo, para combater o crime e a discriminação e para tornar o nosso país mais justo e mais livre. Vão precisar da criatividade e do engenho que se desenvolvem em todas as disciplinas para criar novas empresas que criem novos empregos e desenvolvam a economia. Precisamos que todos vocês desenvolvam os vossos talentos, competências e intelectos para ajudarem a resolver os nossos problemas mais difíceis. Se não o fizerem - se abandonarem a escola -, não é só a vocês mesmos que estão a abandonar, é ao vosso país. Eu sei que não é fácil ter bons resultados na escola. Tenho consciência de que muitos têm dificuldades na vossa vida que dificultam a tarefa de se concentrarem nos estudos. Percebo isso, e sei do que estou a falar. O meu pai deixou a nossa família quando eu tinha dois anos e eu fui criado só pela minha mãe, que teve muitas vezes dificuldade em pagar as contas e nem sempre nos conseguia dar as coisas que os outros miúdos tinham. Tive muitas vezes pena de não ter um pai na minha vida. Senti-me sozinho e tive a impressão que não me adaptava, e por isso nem sempre conseguia concentrar-me nos estudos como devia. E a minha vida podia muito bem ter dado para o torto. Mas tive sorte. Tive muitas segundas oportunidades e consegui ir para a faculdade, estudar Direito e realizar os meus sonhos. A minha mulher, a nossa primeira-dama, Michelle Obama, tem uma história parecida com a minha. Nem o pai nem a mãe dela estudaram e não eram ricos. No entanto, trabalharam muito, e ela própria trabalhou muito para poder frequentar as melhores escolas do nosso país. Alguns de vocês podem não ter tido estas oportunidades. Talvez não haja nas vossas vidas adultos capazes de vos dar o apoio de que precisam. Quem sabe se não há alguém desempregado e o dinheiro não chega. Pode ser que vivam num bairro pouco seguro ou os vossos amigos queiram levar-vos a fazer coisas que vocês sabem que não estão bem. Apesar de tudo isso, as circunstâncias da vossa vida - o vosso aspecto, o sítio onde nasceram, o dinheiro que têm, os problemas da vossa família - não são desculpa para não fazerem os vossos trabalhos nem para se portarem mal. Não são desculpa para responderem mal aos vossos professores, para faltarem às aulas ou para desistirem de estudar. Não são desculpa para não estudarem. A vossa vida actual não vai determinar forçosamente aquilo que vão ser no futuro. Ninguém escreve o vosso destino por vocês. Aqui, nos Estados Unidos, somos nós que decidimos o nosso destino. Somos nós que fazemos o nosso futuro. E é isso que os jovens como vocês fazem todos os dias em todo o país. Jovens como Jazmin Perez, de Roma, no Texas. Quando a Jazmin foi para a escola não falava inglês. Na terra dela não havia praticamente ninguém que tivesse andado na faculdade, e o mesmo acontecia com os pais dela. No entanto, ela estudou muito, teve boas notas, ganhou uma bolsa de estudos para a Universidade de Brown, e actualmente está a estudar Saúde Pública. Estou a pensar ainda em Andoni Schultz, de Los Altos, na Califórnia, que aos três anos descobriu que tinha um tumor cerebral. Teve de fazer imensos tratamentos e operações, uma delas que lhe afectou a memória, e por isso teve de estudar muito mais - centenas de horas a mais - que os outros. No entanto, nunca perdeu nenhum ano e agora entrou na faculdade. E também há o caso da Shantell Steve, da minha cidade, Chicago, no Illinois. Embora tenha saltado de família adoptiva para família adoptiva nos bairros mais degradados, conseguiu arranjar emprego num centro de saúde, organizou um programa para afastar os jovens dos gangues e está prestes a acabar a escola secundária com notas excelentes e a entrar para a faculdade. A Jazmin, o Andoni e a Shantell não são diferentes de vocês. Enfrentaram dificuldades como as vossas. Mas não desistiram. Decidiram assumir a responsabilidade pelos seus estudos e esforçaram-se por alcançar objectivos. E eu espero que vocês façam o mesmo. É por isso que hoje me dirijo a cada um de vocês para que estabeleça os seus próprios objectivos para os seus estudos, e para que faça tudo o que for preciso para os alcançar. O vosso objectivo pode ser apenas fazer os trabalhos de casa, prestar atenção às aulas ou ler todos os dias algumas páginas de um livro. Também podem decidir participar numa actividade extracurricular, ou fazer trabalho voluntário na vossa comunidade. Talvez decidam defender miúdos que são vítimas de discriminação, por serem quem são ou pelo seu aspecto, por acreditarem, como eu acredito, que todas as crianças merecem um ambiente seguro em que possam estudar. Ou pode ser que decidam cuidar de vocês mesmos para aprenderem melhor. E é nesse sentido que espero que lavem muitas vezes as mãos e que não vão às aulas se estiverem doentes, para evitarmos que haja muitas pessoas a apanhar gripe neste Outono e neste Inverno. Mas decidam o que decidirem gostava que se empenhassem. Que trabalhassem duramente. Eu sei que muitas vezes a televisão dá a impressão que podemos ser ricos e bem-sucedidos sem termos de trabalhar - que o vosso caminho para o sucesso passa pelo rap, pelo basquetebol ou por serem estrelas de reality shows -, mas a verdade é que isso é muito pouco provável. A verdade é que o sucesso é muito difícil. Não vão gostar de todas as disciplinas nem de todos os professores. Nem todos os trabalhos vão ser úteis para a vossa vida a curto prazo. E não vão forçosamente alcançar os vossos objectivos à primeira. No entanto, isso pouco importa. Algumas das pessoas mais bem-sucedidas do mundo são as que sofreram mais fracassos. O primeiro livro do Harry Potter, de J. K. Rowling, foi rejeitado duas vezes antes de ser publicado. Michael Jordan foi expulso da equipa de basquetebol do liceu, perdeu centenas de jogos e falhou milhares de lançamentos ao longo da sua carreira. No entanto, uma vez disse: "Falhei muitas e muitas vezes na minha vida. E foi por isso que fui bem-sucedido." Estas pessoas alcançaram os seus objectivos porque perceberam que não podemos deixar que os nossos fracassos nos definam - temos de permitir que eles nos ensinem as suas lições. Temos de deixar que nos mostrem o que devemos fazer de maneira diferente quando voltamos a tentar. Não é por nos metermos num sarilho que somos desordeiros. Isso só quer dizer que temos de fazer um esforço maior por nos comportarmos bem. Não é por termos uma má nota que somos estúpidos. Essa nota só quer dizer que temos de estudar mais. Ninguém nasce bom em nada. Tornamo-nos bons graças ao nosso trabalho. Não entramos para a primeira equipa da universidade a primeira vez que praticamos um desporto. Não acertamos em todas as notas a primeira vez que cantamos uma canção. Temos de praticar. O mesmo acontece com o trabalho da escola. É possível que tenham de fazer um problema de Matemática várias vezes até acertarem, ou de ler muitas vezes um texto até o perceberem, ou de fazer um esquema várias vezes antes de poderem entregá-lo. Não tenham medo de fazer perguntas. Não tenham medo de pedir ajuda quando precisarem. Eu todos os dias o faço. Pedir ajuda não é um sinal de fraqueza, é um sinal de força. Mostra que temos coragem de admitir que não sabemos e de aprender coisas novas. Procurem um adulto em quem confiem - um pai, um avô ou um professor ou treinador - e peçam-lhe que vos ajude. E mesmo quando estiverem em dificuldades, mesmo quando se sentirem desencorajados e vos parecer que as outras pessoas vos abandonaram - nunca desistam de vocês mesmos. Quando desistirem de vocês mesmos é do vosso país que estão a desistir. A história da América não é a história dos que desistiram quando as coisas se tornaram difíceis. É a das pessoas que continuaram, que insistiram, que se esforçaram mais, que amavam demasiado o seu país para não darem o seu melhor. É a história dos estudantes que há 250 anos estavam onde vocês estão agora e fizeram uma revolução e fundaram este país. É a dos estudantes que estavam onde vocês estão há 75 anos e ultrapassaram uma depressão e ganharam uma guerra mundial, lutaram pelos direitos civis e puseram um homem na Lua. É a dos estudantes que estavam onde vocês estão há 20 anos e fundaram a Google, o Twitter e o Facebook e mudaram a maneira como comunicamos uns com os outros. Por isso hoje quero perguntar-vos qual é o contributo que pretendem fazer. Quais são os problemas que tencionam resolver? Que descobertas pretendem fazer? Quando daqui a 20 ou a 50 ou a 100 anos um presidente vier aqui falar, que vai dizer que vocês fizeram pelo vosso país? As vossas famílias, os vossos professores e eu estamos a fazer tudo o que podemos para assegurar que vocês têm a educação de que precisam para responder a estas perguntas. Estou a trabalhar duramente para equipar as vossas salas de aulas e pagar os vossos livros, o vosso equipamento e os computadores de que vocês precisam para estudar. E por isso espero que trabalhem a sério este ano, que se esforcem o mais possível em tudo o que fizerem. Espero grandes coisas de todos vocês. Não nos desapontem. Não desapontem as vossas famílias e o vosso país. Façam-nos sentir orgulho em vocês. Tenho a certeza que são capazes.